Perceber
Damos contexto aos mecanismos de comunicação, comportamento e relação que estão por trás do problema.
Escolhe o problema que reconheces na tua organização. A palestra é depois adaptada ao contexto, ao público e ao que precisa realmente de mudar.
Não precisas de saber o nome da palestra certa. Basta reconhecer o desafio.
O que dizes importa. O que o outro ouve também.
Ver proposta → DesafioA tua comunicação não é o problema. As tuas fugas podem ser
Ver proposta → DesafioUm líder que não consegue ouvir más notícias acaba rodeado de boas mentiras
Ver proposta → DesafioConversas difíceis não ficam mais fáceis quando são adiadas
Ver proposta → DesafioFeedback sem resistência
Ver proposta → DesafioA cultura da empresa aparece nas conversas que ninguém quer ter
Ver proposta → DesafioInteligência emocional não é engolir emoções
Ver proposta → DesafioResolver o conflito ou provar que tens razão?
Ver proposta → DesafioComunicação sob pressão
Ver proposta → DesafioO fator X está dentro de nós
Ver proposta →Intervenções pensadas para criar reconhecimento, conversa e aplicação. Não apenas para preencher uma hora na agenda.
Uma palestra transversal sobre intenção, interpretação e impacto. Para organizações que querem melhorar a forma como as pessoas se entendem, decidem e trabalham juntas.
“Comunicação não é apenas aquilo que dizemos. É aquilo que acontece depois de termos dito.”Ver proposta →
Para equipas onde os conflitos se repetem, as conversas difíceis são adiadas ou a comunicação piora precisamente quando mais faz falta.
“Quanto mais difícil é a conversa, mais importante se torna perceber de onde estamos a comunicar.”Ver proposta →
Uma palestra sobre liderança, feedback, confiança e a forma como o silêncio se instala numa organização sem ninguém o colocar no organigrama.
“A qualidade da informação que chega a um líder depende daquilo que acontece quando alguém lhe diz o que ele não quer ouvir.”Ver proposta →
Para organizações onde existem assuntos conhecidos por todos, mas abordados tarde demais, quando já trazem ressentimento, versões e património emocional.
“Evitar uma conversa não elimina o conflito. Só lhe dá mais tempo para criar argumentos.”Ver proposta →
Uma palestra para líderes e equipas que precisam de tornar feedback útil sem o transformar num julgamento, numa defesa ou numa cerimónia anual sem consequência.
“O feedback não termina quando acabas de falar. Termina quando o outro consegue perceber o que pode fazer com aquilo que ouviu.”Ver proposta →
Uma palestra sobre comunicação como comportamento cultural, para organizações que querem aproximar os valores declarados daquilo que realmente acontece nas relações de trabalho.
“A cultura de uma empresa percebe-se melhor numa conversa difícil do que num documento de valores.”Ver proposta →
Uma palestra sobre aquilo que acontece entre emoção e reação, especialmente útil em equipas que trabalham sob pressão, com clientes, decisões e relações exigentes.
“Sentir é automático. O que fazemos a seguir já merece outra conversa.”Ver proposta →
Uma palestra sobre ego, desacordo e a diferença entre encontrar uma saída e ganhar uma discussão.
“Ter razão e resolver um conflito não são necessariamente o mesmo objetivo.”Ver proposta →
Uma palestra para contextos de elevada exigência, onde prazos, clientes, erros e decisões rápidas testam a qualidade da comunicação.
“A pressão não cria todos os nossos padrões. Muitas vezes apenas os torna mais visíveis.”Ver proposta →
A partir da sua própria história, Tiago Gonçalves mostra porque comunicar com impacto não exige representar extroversão. O fator X está na emoção que conseguimos reconhecer, libertar e transmitir.
“O fator X não é extroversão. É emoção.”Ver proposta →
A palestra não é uma aula, mas também não é uma coleção de histórias inspiradoras à espera que alguma coisa mude por osmose.
Damos contexto aos mecanismos de comunicação, comportamento e relação que estão por trás do problema.
As pessoas observam os próprios padrões através de perguntas, situações e pequenas autoavaliações.
Testamos frases, respostas, ferramentas e mudanças de perspetiva durante a própria intervenção.
Ligamos a aprendizagem a conversas, reuniões, conflitos ou decisões reais que continuam depois do evento.
Antes da intervenção, identificamos o público, o contexto e os principais desafios de comunicação. Sempre que fizer sentido, podemos recolher situações ou perguntas de forma anónima para aproximar os exemplos da realidade de quem vai estar na sala.
Público, momento da organização e problema que realmente importa trabalhar.
Exemplos, ângulos e linguagem aproximam a palestra da realidade da empresa sem expor pessoas.
A intervenção termina, mas as perguntas, modelos e comportamentos testados devem conseguir regressar ao trabalho.
Nem todas as organizações cabem num catálogo. Se o problema de comunicação é específico, começamos por percebê-lo e definimos o melhor enquadramento.
Intervenções públicas que também servem de ponto de partida para conteúdos, reflexão e novas palestras.